Oi. Primeira postagens sem apresentações.
Apenas alguns pensamentos confusos e bem complicados para se expor, mais tentarei ao máximo.
Sempre fui uma leitora compulsiva, que não consegue lidar com as loucuras e viagens que o autor coloca na historia, mesmo eu sabendo que esse é o ponto alto e crucial de todo o livro. Leio desde que me conheço por gente. E é de minha mãe que sinto a maior pena( principalmente ) pois ela que tem que ver o meu sofrimento, meus dias trancados no quarto até terminar o livro, ou ficar escutando a cada detalhe que eu lhe conto( ela fala para todos que não precisa ler nenhum livro, pois afinal conto TUDO). Dela também que vem uma historia interessante, que infelizmente não lembro pois tinha 6 anos. Nos fomos a uma Sebo, mais infelizmente a minha mãe não tinha dinheiro nem para comprar um gibi, o dinheiro que ela tinha, era para ser gasto em livros didáticos, ou algo parecido, e eu fiquei super triste mais não perdi a esperança em derrepente achar um dinheiro no chão ou um milagre acontecer( vai saber). De tanta minha persistência, o dono da loja ficou com dó e deu para mim o livro/gibi/revista... Mais tinha uma condição, nunca perder o "gosto" por ler. Claro que nunca parei de ler, não que seja por causa dele, mais se ele me encontrasse hoje( e lembrasse de mim) estaria com orgulho.
Por todos esses 16 anos carrego uma longa bagagem de leituras e livros. Teve a fase que eu comprava um livro, lia, vendia, e comprava outro, assim, sem sentimentos. Que alias, me arrependo ao máximo, pois tinha ótimos livros( alguns raridades) que foram parar nas estantes das sebos. Teve a época que eu discutia por qualquer coisa relacionada a livros com a minha tia e a minha mãe( já que as duas também são amantes da leitura). Há á época mais recente, de comprar tudo que te indicam( até 50 Tons de Cinza, sem ofensa, eu achei até que legal, mais não tenho coragem de sair por aí falando que sou uma fã assumida, ou que sou fã, já que é meio que se declarar fã de tal ator porno). Enfim existem várias historias relacionadas a livros, como a vez que eu fui para a praia com a minha priminha e lá ela rasgou o livro que eu estava amando no momento (Querido Diário Otário) e chorei a noite inteira, de soluçar, foi triste, e agora penso como eu fui ridícula e sentimental mais não me arrependo, pois nossa ERA MEU NÉ! Também teve a vez que eu vendi Quem é Você Alasca? sem ter lido, e agora sou uma Nerdfighter( não sabe, pesquisa no Google) e como a maioria dos vendidos, principalmente esse, me arrependo.
Enfim( again e ultimo) estava eu hoje a espera do meu irmão na escola( fico 2 horas sem fazer nada, apenas lendo) e fiquei quase a metade desse tempo falando de livros com uma professora, e foi tão motivacional e tão empolgante, tão legal que é daquele tipo de conversa que você quer repetir, repetir e repetir. Depois mais tarde chega um cara de uma editora querendo falar com a diretora, aí tudo bem, mais ele vira para mim e fala:
Ele: Lendo?
Eu: Sim.
Ele: Que bom, continue assim!
Eu: Ata.-risos
Ele: Sério!
Eu- Ata, tudo bem- Respondi séria, por que ele afirmou com uma sabedoria e de um jeito que talvez nunca em qualquer pessoa do planeta não visualizarei novamente.
E sabe eu não gosto nem um pouco de paradigmas e todas essa paradas, mais quando você é conhecida na escola, como a menina que gosta de ler, ou coisa parecida, é tão gratificante, pois você não esta sendo conhecida como a menina que pega geral, ou a menina que não sabe nada ou qualquer coisa parecida, mais estou sendo conhecida por algo, visto por mim, pela a minha família e meus familiares, muitooooo bom, algo excelente.
Eu fiquei a tarde inteira refletindo sobre tudo isso e cheguei a uma conclusão, que não existe forma melhor e mais fácil de conhecer novos lugares e pessoas, como lendo, sendo na imaginação ou pessoalmente, é um grande passo para tantas coisas, para tantas plataformas e amizades. Mais que infelizmente poucas pessoas se interessam. E por eles eu fico triste. EXTREMAMENTE TRISTE!
Beijinhos! :)
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